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Dia da Terra: Doodle do Google faz alerta sobre mudanças climáticas

by 13:59

 

O serviço de pesquisa desenvolveu logos especiais, que irão mudar ao longo do dia, para alertar sobre o degelo acelerado em quatro locais

 (Getty Images/Michele Lapini / Colaborador)
(Getty Images/Michele Lapini / Colaborador)

Em celebração ao Dia da Terra, 22, o Google desenvolveu uma série de Doodles que irão chamar a atenção do público para as mudanças climáticas.

O serviço de pesquisa desenvolveu logos especiais, que irão mudar ao longo do dia. Eles mostram uma compilação de fotos que alertam para o degelo acelerado do permafrost (camada do subsolo da crosta terrestre que está congelada) em diversos locais do mundo.

As imagens tiradas anualmente em dezembro de 1986 a 2020 mostram recuo da geleira no cume do Monte Kilimanjaro, na Tanzânia, África:

Imagens do Doodle do Google em 22 de abril de 2022

Imagens do Doodle do Google em 22 de abril de 2022

Além da Tanzânia, o serviço de pesquisa também irá mostrar as mudanças no Retiro da Geleira da Groenlândia, na Dinamarca, na Grande Barreira de Corais, na Austrália e na Floresta Harz, na Alemanha.

“Agir agora e em conjunto para viver de forma mais sustentável é necessário para evitar os piores efeitos das mudanças climáticas”, finaliza a nota da companhia.

by 06:02
Levantamento detectou que 80% dos aplicativos mais populares não cumprem com padrões para evitar o uso e a divulgação de dados sensíveis dos usuáriosOs aplicativos de saúde para celulares põem em risco os dados pessoais de milhões de usuários, segundo um estudo europeu, que analisou em profundidade os 20 "apps" de saúde para Android mais utilizados.


O estudo, que começou em 2016, detectou que 80% dos aplicativos de saúde mais populares disponíveis para Android não cumprem com muitos dos padrões para evitar o uso e a divulgação de dados sensíveis dos usuários.
No trabalho participaram pesquisadores da Universidade Rovira i Virgili (Espanha) e da Universidade do Pireo (Grécia).
Segundo informou a URV, os pesquisadores selecionaram aplicativos que tinham de 100 mil a 10 milhões de downloads cada um e, para analisar seus funcionamentos, interceptaram, armazenaram e monitoraram os dados privados dos usuários, como problemas de saúde, doenças e agendas médicas.
Os especialistas analisaram as comunicações dos aplicativos, como armazenavam a informação ou que permissões requeriam para poder funcionar, assim como a maneira como administravam os dados.
Segundo a universidade espanhola, os resultados demonstraram que só 20% dos aplicativos armazenam os dados nos smartphones dos usuários, e um de cada dois solicitava e administrava as contra-senhas de início de sessão sem utilizar uma conexão segura.
Os pesquisadores também detectaram que 50% dos aplicativos compartilhavam com terceiros dados pessoais, tanto de texto como multimídia, como imagens de raios X, por exemplo.
Além disso, mais da metade transmitiram dados de saúde dos usuários através de ligações HTTP, o que acarreta, segundo a URV, que qualquer pessoa que tenha acesso possa dispor destes dados.
Dos aplicativos submetidos ao estudo, 20% não transmitiam ao usuário nenhuma política de privacidade ou o conteúdo não estava disponível em inglês, o idioma da aplicação.
Outros pediam acesso à geolocalização, microfones, câmera, lista de contatos, cartão de armazenamento externo e Bluetooth dos usuários, embora esses dados não faziam falta para o bom funcionamento do aplicativo.
Os pesquisadores comunicaram às empresas responsáveis pelos aplicativos todos os problemas de segurança detectados e passado um tempo, voltaram a avaliá-los com os mesmos parâmetros do estudo inicial.
Embora tenham detectado que algumas carências tinham sido resolvidas – como transferências de dados de saúde insegura e a possibilidade de identificar os usuários devido a transferências de dados inseguros a terceiros -, outros problemas, como o vazamento de dados de uso dos aplicativos, não tinham sido corrigidos.

Apple diz investir em realidade aumentada na cola de 'Pokémon Go'

by 09:02
O presidente-executivo da Apple, Tim Cook, garantiu a investidores que a companhia está preparada para guiar a próxima onda da tecnologia, em discurso em que abordou investimentos da companhia em inteligência artificial e realidade aumentada em um momento em que as vendas de iPhones recuam pelo segundo trimestre consecutivo.
Cook também ressaltou os investimentos da Apple em inteligência artificial, utilizada pela companhia para recomendar conteúdo aos usuários e descobrir padrões de utilização que melhoram a duração de baterias.
Segundo ele, inteligência artificial e realidade ampliada vão reforçar a importância do iPhone. Ele afirmou que a companhia tem trabalhado para ter certeza que seus produtos vão funcionar corretamente com produtos de terceiros, como "Pokémon Go". "É por isso que você vê tantos iPhones por aí caçando Pokémons", afirmou Cook.
Futuro da Apple
Os comentários foram um pequeno vislumbre sobre o futuro enxergado pela gigante da tecnologia que guarda segredos sobre o desenvolvimento de seus próximos produtos. Analistas disseram que Cook precisa ser mais transparente diante da desaceleração das vendas de iPhones.
"Eles estão nesta posição estranha onde querem que o mundo saiba que estão trabalhando nisso, mas não têm nada para mostrar", disse Bob O’Donnell, da TECHnalysis Research.
Enquanto Google e Facebook promovem seus investimentos em realidade ampliada, a Apple ainda não fez nenhuma exibição pública de produto que incorpore esta tecnologia. Mas Cook ressaltou que a empresa está trabalhando duro na área.
"Nós temos investido e vamos continuar a investir muito nisso", disse Cook. "Acreditamos que há grandes coisas para os consumidores e grande oportunidade comercial", acrescentou.
Atrás dos rivais?
No fronte de inteligência artificial, a Apple tem mais a mostrar, onde foi uma das pioneiras com a assistente pessoal Siri. Mas a companhia tem se esquivado de críticas de que tem ficado atrás de rivais como Amazon e Google e está sendo pressionada para recuperar terreno.
"Eles estão atrás e eles estão tentando recuperar terreno tanto na percepção quanto também de fato", disse Oren Etzioni, presidente do Allen Instituto para Inteligência Artificial e professor na Universidade de Washington.
Cook disse que a Apple encontrou uma maneira de equilibrar progresso em inteligência artificial e manter a privacidade dos usuários ao falar sobre recursos da próxima versão de seu sistema operacional.
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